terça-feira, 24 de junho de 2008

Agora é sério...

Demorou pra eu tocar nesse assunto que pode parecer chato pra as pessoas as vezes , ( pra mim também) mais precisa ser falado. Não sei se vou conseguir falar com tanta seriedade como o assunto merece, mais vou falar da maneira mais simples e compreensível possível ( e claro com toda a minha óptica, reservando a opinião alheia)

Pronto, chega de suspense...

Pra muitos ( ou poucos ) que frequentam o Confissões da Luluzinha e não tem conhecimento, essa que vos fala é portadora de deficiência física, sou cadeirante devida a distrofia muscular ( que não vou falar agora não...aaa procura no Google).

Não me encarem com pena ou estranheza porque quem me conhece sabe como sou meio doidinha, extrovertida, feliz quando possível, mais muitos desses também não vêem meu lado triste, revoltado, até porque não gosto de mostrar isso, detesto me mostrar frágil em qualquer coisa. Tenho minha personalidade forte e isso tem que servir pra alguma coisa boa também.

Como aqui são minhas confissões, claro sempre focando algo que possa estar dentro de outras pessoas, vou ser um pouco egoísta e vou falar de mim.

Como disse, não me considero frágil, mais muitas vezes o baque é grande demais até pra mim...

EU CONFESSO que tá me incomodando imensamente não ser admirada como a mulher bonita que sou, qual o mal em estar numa cadeira de rodas?
Sou menos ou deixei de ser mulher por isso?

Poxa...

Sou mulher sim
Tenho meus desejos e vontades sim.
E não sou anormal por isso.
E muito menos coitadinha.

Será que é tão difícil assim notarem a mim, a mulher na cadeira, antes de olharem só a cadeira?

Realmente... Assim é difícil de ser a mulher que sou e que não querem enxergar.

sábado, 14 de junho de 2008

Que outra metade? Eu sou inteira meu bem.



Poxa, acho que vou ser controversa agora mais, são minhas confissões e não posso abrir mão disso.

Eu confesso...( nossa, tem um tempinho que não falo isso) que eu não sou uma metade que precisa de uma outra pessoa pra poder se tornar um ser completo. Não concordo com essa teoria antiga, do grande Platão que diz:


E então de há tanto tempo que o amor de um pelo outro

está implantado nos homens, restaurador da nossa antiga

natureza, em sua tentativa de fazer um só de dois e de curar a

natureza humana. Cada um de nós portanto é uma téssera

complementar de um homem, porque cortado como os

linguados, de um só em dois; e procura então cada um o seu

próprio complemento.”

Nós somos seres únicos e imperfeitos que se aperfeiçoam se relacionam, mais quando tornamos o sentimento com alguém como o seu único meio de realmente se sentir completo acabamos nos frustrando, sentindo menores ou azarados.

Meus pensamentos são bem controversos e por isso mesmo vou transcrevê-lo aqui:

“ Se toda panela tem sua tampa, eu sou uma frigideira”.

"Não quero a outra metade da laranja, prefiro tangerina mesmo"

Valeu galera, e comentem se tiverem uma opinião diferente.

terça-feira, 3 de junho de 2008

O QUE UMA PESSOA DEVE TER, OU MOSTRAR PARA SE DAR A CHANCE DELA TE FAZER FELIZ?

Na nossa vida são infindáveis as vezes em que nos deparamos com essa situação,

mais não costumamos nos indagar, assim como estou fazendo agora. Mais faço essa retórica aqui agora porque talvez alguém precise vê-la, tanto quanto eu preciso.

Será q essa chance que reluta tanto em dar a pessoa, essa insistente negativa não seria 1 negativa a você mesmo? Talvez esteja se punindo, ou tirando de si mesmo a chance de ser feliz.

Não é comum amor à primeira vista, então já que em nossa grande maioria amamos a pessoa pelo q ela é, devemos conhecê-la pra tal julgamento. Conhecer é o termo, a ótica que devemos ter, a resposta para a pergunta que dá o tema desse texto.

As pessoas precisam se conhecer, se permitir viver as experiências q nos deparamos ao longo da vida, e a de 1 amor que foi plantado, cuidado e que merece crescer, é uma experiência válida e incrível.